Livros de Poesia

Livros de Poesia

LANÇAMENTO BREVEMENTE

Hora di Bai é um livro sobre o que nos acontece quando algo — ou alguém — nos obriga a atravessar a vida de outra forma. Não é um manual sobre a perda, nem um mapa para o luto, mas um território onde cada poema é uma porta entre memórias e recomeços.

Com uma escrita íntima e sensorial, Maria Acontece desce às emoções que tantas vezes evitamos: a despedida que fica a meio, a saudade que não cabe no corpo, a identidade que se refaz depois do vazio. Aqui, a morte deixa de ser apenas fim — torna-se passagem e revelação.

Dividido em três movimentos — interioridade, impermanência e esperança — o livro guia-nos como quem acende velas no escuro. Descobrimos que a dor pode gerar beleza, que o silêncio também ensina, e que regressar a si é uma viagem que ninguém faz sozinho.

Hora di Bai é um convite: entrar, sentir, respirar. Para quem parte. Para quem regressa. Para quem ainda procura onde ficar.

Hora di Bai é um livro sobre o que nos acontece quando algo — ou alguém — nos obriga a atravessar a vida de outra forma. Não é um manual sobre a perda, nem um mapa para o luto, mas um território onde cada poema é uma porta entre memórias e recomeços.

Com uma escrita íntima e sensorial, Maria Acontece desce às emoções que tantas vezes evitamos: a despedida que fica a meio, a saudade que não cabe no corpo, a identidade que se refaz depois do vazio. Aqui, a morte deixa de ser apenas fim — torna-se passagem e revelação.

Dividido em três movimentos — interioridade, impermanência e esperança — o livro guia-nos como quem acende velas no escuro. Descobrimos que a dor pode gerar beleza, que o silêncio também ensina, e que regressar a si é uma viagem que ninguém faz sozinho.

Hora di Bai é um convite: entrar, sentir, respirar.
Para quem parte.
Para quem regressa.
Para quem ainda procura onde ficar.

LANÇAMENTO BREVEMENTE

Há livros que se leem como paisagem e outros que se leem como travessia.

Sopro pertence claramente ao segundo tipo. Não é apenas um conjunto de poemas, mas um percurso interior onde a voz poética se interroga, se fragmenta e lentamente se recompõe à medida que aprende a respirar o mundo.

Desde os primeiros textos, a poesia instala-se num território de inquietação.

O eu procura-se entre memórias difusas, feridas que a pele ainda guarda e perguntas que atravessam a consciência.

“Quem sou?” não é apenas um poema: é o gesto inaugural de todo o livro. A partir daí, a escrita move-se como quem tateia no escuro, procurando uma verdade que raramente se apresenta de forma luminosa.

Mas Sopro não permanece nesse território de sombra. À medida que avançamos, a poesia abre-se a outros espaços: a natureza, a infância, a memória do corpo, a relação com os outros. A chuva que desperta a criança interior, as raízes que conversam com os pés descalços, o colo que susteve a infância — são imagens discretas que devolvem à experiência humana uma dimensão sensorial e íntima.

Há também um fio espiritual que atravessa o livro, mas sem qualquer gesto de doutrina. Trata-se antes de uma consciência do tempo e da continuidade: a sensação de que a vida é passagem, que o ser se constrói entre memórias que não recordamos inteiramente e destinos que apenas intuimos. Nesse intervalo, o poema torna-se lugar de escuta. É talvez por isso que o símbolo do sopro se torna tão central. O sopro é o que atravessa o corpo, o que liga o interior ao mundo, o que permanece quando tudo o resto parece mover-se. No momento em que a voz poética reconhece ter encontrado “o próprio sopro”, o livro atinge o seu ponto de viragem. A partir daí, a poesia torna-se mais contemplativa, mais aberta à presença.

A escrita é depurada, frequentemente breve, e procura a força da imagem em vez da explicação. Muitos poemas funcionam como pequenas epifanias: instantes em que o mundo exterior — a terra molhada, o vento, o silêncio — revela algo da paisagem interior. No final, Sopro deixa a sensação de que a poesia não serve para resolver o mistério da existência, mas para habitá-lo com mais lucidez. Entre o peso das nuvens e a quietude que se aprende a escutar, o livro recorda que a vida é, antes de tudo, uma travessia — e que talvez o mais difícil seja simplesmente permanecer, respirando.

O livro pode ser adquirido diretamente com a autora (deixe mensagem) e/ou na editora Poesia Fã Clube, clicando aqui:

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando mensagem para o seguinte email, caso estejam interessados: manuelavieiraescritora@gmail.com

Há livros que se leem como paisagem e outros que se leem como travessia.

Sopro pertence claramente ao segundo tipo. Não é apenas um conjunto de poemas, mas um percurso interior onde a voz poética se interroga, se fragmenta e lentamente se recompõe à medida que aprende a respirar o mundo.

Desde os primeiros textos, a poesia instala-se num território de inquietação.

O eu procura-se entre memórias difusas, feridas que a pele ainda guarda e perguntas que atravessam a consciência.

“Quem sou?” não é apenas um poema: é o gesto inaugural de todo o livro. A partir daí, a escrita move-se como quem tateia no escuro, procurando uma verdade que raramente se apresenta de forma luminosa.

Mas Sopro não permanece nesse território de sombra. À medida que avançamos, a poesia abre-se a outros espaços: a natureza, a infância, a memória do corpo, a relação com os outros. A chuva que desperta a criança interior, as raízes que conversam com os pés descalços, o colo que susteve a infância — são imagens discretas que devolvem à experiência humana uma dimensão sensorial e íntima.

Há também um fio espiritual que atravessa o livro, mas sem qualquer gesto de doutrina. Trata-se antes de uma consciência do tempo e da continuidade: a sensação de que a vida é passagem, que o ser se constrói entre memórias que não recordamos inteiramente e destinos que apenas intuimos. Nesse intervalo, o poema torna-se lugar de escuta. É talvez por isso que o símbolo do sopro se torna tão central. O sopro é o que atravessa o corpo, o que liga o interior ao mundo, o que permanece quando tudo o resto parece mover-se. No momento em que a voz poética reconhece ter encontrado “o próprio sopro”, o livro atinge o seu ponto de viragem. A partir daí, a poesia torna-se mais contemplativa, mais aberta à presença.

A escrita é depurada, frequentemente breve, e procura a força da imagem em vez da explicação. Muitos poemas funcionam como pequenas epifanias: instantes em que o mundo exterior — a terra molhada, o vento, o silêncio — revela algo da paisagem interior. No final, Sopro deixa a sensação de que a poesia não serve para resolver o mistério da existência, mas para habitá-lo com mais lucidez. Entre o peso das nuvens e a quietude que se aprende a escutar, o livro recorda que a vida é, antes de tudo, uma travessia — e que talvez o mais difícil seja simplesmente permanecer, respirando.

O livro pode ser adquirido diretamente com a autora (deixe mensagem) e/ou na editora Poesia Fã Clube, clicando aqui:

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando

mensagem para o seguinte email, caso estejam interessados: manuelavieiraescritora@gmail.com

Pé ante pé, a poesia entrou na minha vida. Não. Era como se em mim já existisse e eu não soubesse. Com ela apercebi-me de que há palavras que ganham força, quando de nós se libertam, sem serem lavadas, enxugadas e penteadas.

A poesia é um palco de qualquer um e de todos. E diz de boca cheia o que tem a dizer, porque não deve, na verdade, à própria verdade. Ela é a permanência. Ela humaniza-nos.

Na lembrança / Sinto o teu amor / Na saudade / A vontade de te ter / E sigo adiante /Sem pedras / Desapertada(mente)!

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando mensagem para o seguinte email, caso estejam interessados: manuelavieiraescritora@gmail.com

Pé ante pé, a poesia entrou na minha vida. Não. Era como se em mim já existisse e eu não soubesse. Com ela apercebi-me de que há palavras que ganham força, quando de nós se libertam, sem serem lavadas, enxugadas e penteadas.

A poesia é um palco de qualquer um e de todos. E diz de boca cheia o que tem a dizer, porque não deve, na verdade, à própria verdade. Ela é a permanência. Ela humaniza-nos.

Na lembrança / Sinto o teu amor / Na saudade / A vontade de te ter / E sigo adiante /Sem pedras / Desapertada(mente)!

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando

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Aventura-te a seres poesia de sentimentos insonhados. Um segundo que te parece a eternidade dos Deuses. O teu segundo. O teu espanto. Quem diria que temos o Universo como parceiro de tantos sentires?

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando mensagem para o seguinte email, caso estejam interessados: manuelavieiraescritora@gmail.com

Aventura-te a seres poesia de sentimentos insonhados. Um segundo que te parece a eternidade dos Deuses. O teu segundo. O teu espanto. Quem diria que temos o Universo como parceiro de tantos sentires?

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando

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Maria Acontece desnuda-se e mostra a alma vibrante, numa escrita que roça a transcendência. Momentos daqui e de lá, com melodias que ela transpira e te oferece. Mergulhos da alma enrugada de vidas, com palavras que te fazem viajar. A vida sai-lhe das pontas dos dedos para uma escrita onde se encontra o sabor dos sentidos. Conta-nos como aprendeu a voar. De passagem na Terra, não se cansa de alertar para a miopia espiritual que atinge a humanidade. «Acorda, é madrugada», diz. Oferece o cheiro das «páginas perfumadas e viçosas como rainhas e também as fedorentas, como quem abre o esgoto da humanidade em trânsito.» Faz-te pensar. Convida-te a escutar o teu silêncio, quando souberes parar de correr e aprenderes a andar.

Ou podem comprar diretamente através da autora, enviando mensagem para o seguinte email, caso estejam interessados: manuelavieiraescritora@gmail.com

Maria Acontece desnuda-se e mostra a alma vibrante, numa escrita que roça a transcendência. Momentos daqui e de lá, com melodias que ela transpira e te oferece. Mergulhos da alma enrugada de vidas, com palavras que te fazem viajar. A vida sai-lhe das pontas dos dedos para uma escrita onde se encontra o sabor dos sentidos. Conta-nos como aprendeu a voar. De passagem na Terra, não se cansa de alertar para a miopia espiritual que atinge a humanidade. «Acorda, é madrugada», diz. Oferece o cheiro das «páginas perfumadas e viçosas como rainhas e também as fedorentas, como quem abre o esgoto da humanidade em trânsito.» Faz-te pensar. Convida-te a escutar o teu silêncio, quando souberes parar de correr e aprenderes a andar.

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Manuela Vieira

Palavras Que Voam

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